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20/04/2012 - Ambientalista defende conscientização sobre a preservação do São Francisco

Em audiência da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas, o ambientalista João Carlos Figueiredo alertou para a ausência de conscientização da sociedade civil, poder público e setores empresariais a respeito da recuperação do Rio São Francisco. Além disso, Figueiredo também indicou a falta de integração entre projetos ambientais e o novo Código Florestal como obstáculos para a revitalização e preservação do Velho Chico. De acordo com o ambientalista, o Brasil deve aproveitar a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, para planejar ações voltadas ao São Francisco com todos os países.

Fonte: Farol Comunitário

01/02/2012 - Biomonitoramento no Rio das Velhas

O colunista, professor da Faculdade de Medicina da UFMG e coordenador do Projeto Manuelzão, Apolo Heringer, avalia a implantação de sistema de biomonitoramento no Rio das Velhas pelo Igam, o Instituto Mineiro de Gestão das Águas.

Fonte: Rádio UFMG Educativa

24/01/2012 - Prédios podem impulsionar degradação na Serra do Cipó

Santana do Riacho. A construção de prédios de até cinco andares em Santana do Riacho, a 93 km de Belo Horizonte, pode acelerar o processo de degradação da Serra do Cipó, um dos principais destinos turísticos e de lazer na região Central de Minas Gerais. É o que dizem especialistas em meio ambiente ao analisarem o projeto da prefeitura que altera a Lei de Uso e Ocupação do Solo. Aprovado pela Câmara Municipal em dezembro, o texto aguarda a sanção do prefeito Agnaldo José da Silva (PDT).

Fonte: O Tempo

18/01/2012 - OGE recebe denúncia do projeto Manuelzão

Na pauta, uma denúncia sobre o acidente ambiental ocorrido em agosto de 2011, quando aconteceu o rompimento de um duto da mineradora de ouro MSol, que teria contaminado com cianeto as águas do lago.

Fonte: Ouvidoria Geral de Minas Gerais

09/01/2012 - Recomeço de cidades castigadas pela chuva é cada vez mais difícil

As tragédias nos municípios em Minas não ocorrem por causa das chuvas, que foram apenas a gota d’água. Os municípios não trabalham de forma sistêmica a relação entre a água e o solo e todas as obras são feitas como se nunca fosse chover. O problema é que, normalmente, a reconstrução não ocorre em sintonia com o meio ambiente. Depois de tanto aprendizado pela tragédia, agora é a hora de começar a fazer certo.

Fonte: Santana FM