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Uma vitória da Bacia do Rio das Velhas

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas e a Copasa assinaram Termo de Compromisso para revitalização do rio das Velhas. A ação é um dos frutos da Expedição ‘Rio das Velhas, te quero vivo”.

Assessoria

Para o presidente do CBH Rio das Velhas, Marcus Vinícius Polignano, a crise hídrica e a baixa vazão do rio revelam que a situação é preocupante e o acordo vem num momento de fundamental importância para a realização de propostas concretas para o manancial. “O rio é um forte. Ele sobrevive nesses meses de estiagem através de muito sacrifício. Esse é o rio que temos atualmente e por isso, precisamos dessas alternativas para revitalizá-lo”, disse.

A Copasa se comprometeu a investir 530 milhões em ações de saneamento sanitário e construção de estações de tratamento ao longo da bacia. Para a presidente da instituição, o compromisso assumido é fundamental para recuperação da bacia. “É um compromisso relacionado à transparência do conjunto de ações que serão realizadas pela Copasa”, revelou.

 Propostas

 Pelo plano da Copasa, os R$ 530 milhões serão distribuídos entre 17 projetos. O que receberá o maior valor, no total de R$ 145 milhões, vai abranger as cidades de Capim Branco, Matozinhos, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, São José da Lapa e Vespasiano, todas na Grande BH. Trata-se da “ampliação do sistema de esgotamento sanitário composto de redes coletoras interceptoras, estações elevatórias e ligações prediais de esgoto, programa caça-esgotos, além da implantação da Estação de Tratamento de Esgotos de Ribeirão das Neves”. O segundo maior valor (R$ 141 milhões), que também será destinado à ampliação do sistema de esgotamento, vai abranger Belo Horizonte e Contagem.

Prefeituras

O presidente do CHB Rio das Velhas, Marcus Polignano, ressaltou também que a entidade vai atrás tanto das prefeituras cortadas pelo rio quanto de empresas privadas, para que todos contribuam com a recuperação e a preservação da bacia. “Queremos o apoio das prefeituras. Queremos ir atrás do setor privado, para que assuma sua responsabilidade na preservação dos recursos hídricos. Sem água não tem ecologia nem economia. Isso é o primeiro passo para construirmos uma parceria de qualidade. A revitalização só tem porta de entrada”, acrescentou Polignano.

“Se a gente não preservar nascentes e afluentes e se não fizermos uso sustentável do solo, não vamos ter água em quantidade. Paralelamente a isso, temos de limpar a água de nossos rios. Temos de ter a responsabilidade de não jogar no leito lixo doméstico e muito menos efluente industrial, de mineração. Cada gota faz diferença, e temos de preservar a qualidade para a gente continuar existindo aqui na bacia”, alertou Polignano.

 


Por: Assessoria de comunicação

Publicado em: 30/08/2017