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Deixem o Onça Beber Água Limpa levou conhecimento, lazer e cultura a cerca de 1000 moradores do Baixo Onça

No último sábado (9), um grupo de entidades ambientalistas, realizou mais uma edição do evento Deixem o Onça Beber Água Limpa.

Assessoria

A 10ª edição do movimento Deixem o Onça Beber Água Limpa levou conhecimento, lazer e cultura a cerca de 1000 moradores do Baixo Onça

No último sábado (9), um grupo de entidades ambientalistas, encabeçado pelo COMUPRA (Conselho Comunitário Unidos pelo Ribeiro de Abreu), realizou mais uma edição do evento Deixem o Onça Beber Água Limpa. Cerca de 1.000 pessoas, entre adultos, estudantes e crianças compareceram e puderam aproveitar a rica programação voltada para a saúde, educação ambiental e lazer, composta  por exposições, rodas de conversas socioambientais, oficinas, tendas de informação e formação, brincadeiras e shows.

Foram discutidas antigas demandas da comunidade, como a realocação das famílias inseridas nas manchas de inundação do Ribeirão Onça, a construção da nova ponte de acesso ao Ribeiro de Abreu e bairros vizinhos, a implantação do Parque Ciliar do Ribeirão Onça, a interceptação de todo o esgoto da região e a municipalização da MG-20.

Para o integrante do COMUPRA, Itamar de Paula Santos, o evento foi lindo! “O grupo conseguiu celebrar em equipe e junto aos moradores da região. Estamos muito satisfeitos com os resultados do evento, que se destacou pelo interesse da comunidade presente. Em meio ao difícil momento politico em que vivemos, ver a alegria das pessoas não tem preço. Mostra que a esperança que o povo brasileiro teima em ter, vale a pena. Durante a mobilização, apresentamos a Meta 2025 – que consiste em limpar o Ribeirão Onça para que ele tenha, até o ano de 2025, no mínimo, o nível de qualidade de água da Lagoa da Pampulha. Também faz parte da meta a implantação do Parque Ciliar do Ribeirão Onça.”

Dentre as atividades, destacou-se o ônibus do Projeto Manuelzão. O veículo carrega  uma exposição itinerante composta pela maquete da bacia do Rio das Velhas e por peixes encontrados neste rio. Os visitantes puderam aprender por meio das explicações da equipe e também pela visualização das espécies.

Moradores dos baixo Onça, que envolve os bairros São Gabriel, Aarão Reis, Ribeiro de Abreu, dentre outros, voltaram para casa munidos de informações importantes para a qualidade de vida de toda a população. O evento foi encerrado com um parabéns, cantado por todos, ao lado de um delicioso bolo de aniversário pelos 10 anos de luta do Deixem o Onça beber Água Limpa.

 

O Onça

O Ribeirão Onça se forma a partir da confluência do Ribeirão Pampulha com o Córrego Cachoeirinha. Deste ponto até a sua foz, no Rio das Velhas, o ribeirão tem 8,3 Km de extensão e marca a divisa das regiões Norte e Nordeste da capital.

O Ribeirão Onça é considerado o maior poluidor do Rio das Velhas e expõe, de forma incontestável, a degradação de toda a bacia. Infelizmente, a beleza natural é escondida debaixo do entulho, lixo e esgoto. O Onça tem um enorme potencial para lazer e turismo com cachoeiras, praias e ilhas.

Várias famílias que residem às suas margens estão permanentemente expostas a diversos riscos, causados pelas enchentes, pelo fluxo de esgoto e o acúmulo de lixo.

 

 

 

 


Por: Assessoria de comunicação

Publicado em: 12/06/2018