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Educação

Escola Municipal Dagmar Barbosa de Souza

Projeto “Semeando para o futuro: uma experiência em educação ambiental”* 

A Escola Municipal Dagmar Barbosa de Souza está situada no bairro Frimisa, em Santa Luzia, e pertence à sub-bacia do ribeirão da Mata. A área da escola é um espaço privilegiado, uma vez que está situada a três quilômetros da margem do rio das Velhas, sendo também uma área importante de abrigo de nascentes.

Ciente da importância da preservação da água e do meio ambiente, a escola tem procurado desenvolver em seus alunos atitudes críticas. Busca-se, com isso, que os alunos sejam agentes multiplicadores de ideias e ações voltadas para recuperação e preservação do meio ambiente.

Alunos da Escola Municipal Dagmar B. de Souza, que estudaram sobre o rio das Velhas (foto fornecida pelo premiado)
Alunos da Escola Municipal Dagmar B. de Souza, que estudaram sobre o rio das Velhas (foto fornecida pelo premiado)

O projeto “Semeando para o futuro: uma experiência em educação ambiental” contou com o intercâmbio com a Escola Municipal Adalto Lúcio Cardoso, localizada em Belo Horizonte. Este intercâmbio foi fundamental para a compreensão do conceito de bacia hidrográfica, bem como da necessidade de pensar localmente e agir globalmente.

Enquanto a Escola Dagmar Barbosa de Souza trabalhava com o tema rio das Velhas, a Escola Adalto Lúcio trabalhava especificamente com o córrego do Capão, afluente do Velhas situado próximo à escola. Assim, elas partilhavam uma mesma proposta: trabalhar as questões ambientais transformando o cotidiano de seus alunos. A interação entre as escolas ocorreu por meio de cartas, visitas e da construção de um blog.

A escola Dagmar Barbosa procurou resgatar parte da história do Velhas; afinal, resgatar parte da história desse rio era resgatar a história do próprio bairro. Para isso, o apoio da comunidade foi imprescindível. Essa parte do projeto levou os alunos a uma “nostalgia às avessas”, pois quando começaram a ter contato com a história daquele rio que já fora limpo, sentiram a nostalgia de um rio despoluído que eles não conheceram, mas que gostariam de conhecer algum dia por meio de sua revitalização.

O projeto colhe mais uma semente de seu trabalho com a construção de uma horta comunitária, que se tornou um cartão de visitas da escola. Dentre tantas sementes lançadas, muitas floresceram e possibilitaram a colheita de bons frutos. Mas o maior desejo da escola é ver o florescimento na comunidade da frondosa árvore do respeito ao próximo e ao meio ambiente.

*Adaptação de texto fornecido pelo premiado.