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Manuelzão Indica ¹
O voo do Xico
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O voo do Xico
Denise Martins; Cíntia Amorim
Ilustrações de Geraldo Martins
Belo Horizonte: Uniduni, 2009
Obra voltada ao público infantil, com rica temática ambiental
"Um urubu diferente, sensível, criativo e inteligente. Um urubu que faz a diferença e, com ousadia e persistência transmite aos outros suas ideias com relação ao meio ambiente. Usando seu talento, como músico e poeta, consegue cativar pessoas e animais para uma mudança de hábito e atitude. Homem e urubu fazem uma parceria que muda para sempre suas vidas. Contagie-se com O voo do Xico!"
Educação, cultura e organizações sociais: ensaios interdisciplinares
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Educação, cultura e organizações sociais: ensaios interdisciplinares
Leandro Pena Catão e Alexandre Simões (organizadores)
Belo Horizonte: Crisálida, 2009
Educação, cultura e organizações sociais: ensaios interdisciplinares é, segundo seus organizadores, fruto de reflexões sobre "fronteiras entre saberes (que, por fim, propulsionam a demarcação veloz da figura do especialista e suas especialidades), entre territórios e práticas, gerando uma infinidade de línguas e dialetos que seccionam, compartimentam, taxonomizam, estratificam, categorizam processos e acontecimentos que continuam complexos a despeito de um certo sucesso do pensar e das metodologias positivistas." O livro apresenta uma coletânea de artigos organizados em três partes, correspondentes às três linhas de pesquisa do curso de mestrado em Educação, Cultura e Organizações Sociais da UEMG: Espaço & Sociedade, Cultura & Linguagem e Saúde Coletiva. São abordados temas como a influência humana nos mais diversos espaços e temporalidades e as relações entre homem e natureza e entre a mulher e os espaços público e privado na contemporaneidade. A terceira parte do livro, voltada para reflexões sobre saúde coletiva, traz um ensaio escrito por Paulo Sérgio Carneiro Miranda, Antônio Leite Alves Radicchi e Apolo Heringer Lisboa, em que a relação entre ambiente e saúde coletiva é examinada sob uma perspectiva interdisciplinar, tendo como ponto de referência o Projeto Manuelzão.
Diálogos Sociais: Caminhos para o desenvolvimento territorial: novas abordagens
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Diálogos Sociais: Caminhos para o desenvolvimento territorial: novas abordagens
Cid Dutra Wildhagen (organizador)
Série Diálogos Sociais
Realização SEDVAN/IDENE
Belo Horizonte: Crisálida, 2009
Esta publicação é resultado de uma compilação de textos inicialmente elaborados para o ciclo de conferências coordenado pelo sistema SEDVAN-IDENE com o apoio da Fundação de Auxílio à Investigação e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico Sustentado - FUNDECIT. Com o objetivo de refletir sobre políticas de desenvolvimento voltadas para o Norte e o Nordeste de Minas Gerais, o livro apresenta abordagens sobre agroecologia e economia solidária; desenvolvimento rural e geração de renda; memória pré-colonial e indígena nos vales do Jequitinhonha, Mucuri e Doce; quilombos de Minas Gerais no século XXI e agricultura geraizeira, além de estudos de caso. O Manuelzão participa da obra com o capítulo Sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento econômico: a contribuição que a experiência do Projeto Manuelzão pode trazer ao Semiárido de Minas Gerais, escrito por Apolo Heringer Lisboa.
Resgate Histórico da Bacia do Córrego Navio/Baleia
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Resgate Histórico da Bacia do Córrego Navio/Baleia
Mércia Inês Pereira do Nascimento
Belo Horizonte: Instituto Guaicuy - SOS Rio das Velhas; Projeto Manuelzão/UFMG, 2009
O livro recebeu o apoio do Projeto Manuelzão, da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais e da ArcelorMittal.
Apresentação do livro "Resgate Histórico da Bacia do Córrego Navio/Baleia", escrita por Eugênio Goulart e Letícia Malloy (Coordenadores de Publicações Científicas e Literárias do Projeto Manuelzão):
"Se procurarmos a estrada antiga que ligava Belo Horizonte ao Rio de Janeiro, encontraremos, hoje, a movimentada Rua Niquelina e, em sua sequência, a tortuosa Rua Juramento. Ambas estão localizadas na região leste de Belo Horizonte, em uma área densamente povoada. Nos arredores da velha estrada, que se tornou importante via de trânsito local, existe um diminuto riacho de águas cristalinas cercado de mata ciliar exuberante. É o córrego dos Joões, afluente do córrego Navio/Baleia, que deságua no ribeirão Arrudas, tributário do rio das Velhas pela margem esquerda. É surpreendente escutar, em um fundo de quintal, o burburinho de uma mínima cachoeira que mata a sede de colibris, saíras e sabiás e abriga também girinos, belíssimas borboletas e libélulas.
Tudo isso está na casa de Ernesto Soares da Conceição, que quase ninguém na vizinhança conhece por esse nome. Porém, se perguntarmos por Seu Nonô, todo mundo dá notícia. É ele o proprietário do pequeno paraíso por onde passa o córrego dos Joões. Com grande entusiasmo, Seu Nonô recebe todos os que o visitam. Não se faz de rogado em contar como tudo começou. O lugar era uma pirambeira, com lixo e esgoto recobrindo o riacho, que ele nem suspeitava que existia pois não via água corrente. Isso foi há cerca de sessenta anos, quando se mudou para o local com seus pais. Foram décadas de trabalho caprichoso, todavia bastante árduo. Contabilizou quase uma centena caminhões de entulho retirados do local, com lixo de toda espécie. Os objetos mais exóticos encontrados podem ser vistos em uma exposição organizada no quintal da casa de Seu Nonô. Veem-se óculos, canecos de louça sem um arranhão sequer, garrafas de refrigerantes que não existem mais, tijolos com marcas do período colonial etc. Para tudo, Seu Nonô tem um detalhe a relatar, desde os enormes seixos-rolados enfeitando o jardim às minúsculas heras verdejantes recobrindo o que era antes um perigoso barranco. Acaricia com orgulho uma jabuticabeira de dois metros de altura, que ele plantou no primeiro dia de janeiro de 2001 para registrar solenemente o início do milênio.
Histórias singelas e de perseverança como esta, que costumam se perder sem registros, motivaram Mércia Inês Pereira do Nascimento a coletar informações e sistematizá-las no belo livro “Resgate histórico da bacia do córrego Navio/Baleia”. Ao apresentar a história da região onde mora, Mércia parece ansiar desde os detalhes e curiosidades adormecidos na memória de um ou outro morador até os fatos determinantes para o infortúnio ou a melhoria da qualidade de vida da comunidade. Mestre bordadeira, a autora entremeou sua palavra com pontos cruz e outros tantos, para apresentar ao leitor a riqueza da bacia hidrográfica do córrego Navio/Baleia e da memória coletiva da região.
Este livro, que recebeu o decidido apoio do Projeto Manuelzão/UFMG, do Instituto Guaicuy – SOS Rio das Velhas, da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais e da ArcelorMittal conta histórias de luta, tristezas, mas também de sucesso, que gostaríamos de ver repetidas pelas bacias hidrográficas do Velhas, do São Francisco e, quem sabe, mundo afora.
O Caminho dos Currais do Rio das Velhas: a Estrada Real do Sertão
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O Caminho dos Currais do Rio das Velhas: a Estrada Real do Sertão
Eugênio Marcos Andrade Goulart
Belo Horizonte: COOPMED, 2009
O livro recebeu o apoio do Projeto Manuelzão, da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, da empresa Cimentos Liz S.A. e da Coopmed.
Matas e savanas – o cerrado –, rios e picos, capistranas e monumentos balizaram o árduo, o inóspito território das Minas e dos Gerais. Eugênio Goulart reencontrou-os. Tornou-se um aficionado destes sertões, interessou-se pela anatomia da bacia hidrográfica do rio das Velhas e seus afluentes, com suas serras e caminhos do passado, enquanto, em momentos de prazer, descobria a beleza e o grande significado histórico da região de Minas Gerais. O Caminho dos Currais do Rio das Velhas: a Estrada Real do Sertão é leitura agradável, que captura nosso interesse sobre as vicissitudes deste mundo-montanhoso, que nos acolhe e nos sustenta. Este livro encantador é consulta obrigatória para estudantes de História, Geografia e Biologia, para professores e moradores que habitam a região do Caminho dos Currais, bem como para pesquisadores com interesse em estudos multidisciplinares. Os membros dos núcleos do Projeto Manuelzão e dos subcomitês das bacias hidrográficas dos rios Cipó, Paraúna, Taquaraçu e Curimataí, assim como os outros moradores da bacia do Rio das Velhas, do Velho Chico e da Serra do Espinhaço percorrerão, seguramente, as trilhas do pensamento do escritor ilustre, aprendendo com ele histórias de profunda significação histórica, cultural e social que nos ajudarão na preservação e recuperação ambiental e cultural dessa região.
Dicionário Educativo de Termos Ambientais
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Dicionário Educativo de Termos Ambientais
Ana Luiza Dolabela de Amorim Mazzini
Belo Horizonte: a autora, 2008. 4. ed.
O "Dicionário Educativo de Termos Ambientais" é resultado de um exaustivo trabalho de pequisa e, em sua 4ª edição, conta com mais de 2600 verbetes. Além disso, o dicionário apresenta uma interessante lista relacionada à legislação ambiental, destacando atos normativos sobre recursos hídricos, emissões atmosféricas, resíduos sólidos e unidades de conservação. Esse dicionário é fonte de pesquisa para professores e alunos (dos níveis fundamental, médio e universitário), mobilizadores sociais, técnicos da área ambiental, gestores ambientais, consultores, profissionais das mais diversas áreas e cidadãos comprometidos com a promoção da saúde, com uma melhor qualidade de vida e com a interação responsável com o ambiente.
Segredo no ar
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Segredo no ar
Terezinha Cássia de Brito Galvão et. al.
Belo Horizonte: a autora, 2007
Obra voltada ao público infantil, com rica temática ambiental
O livro foi editado com o apoio do Projeto Manuelzão.
"Lola e o Pássaro Ícaro são muito, mas muito amigos. O dia em que Lola some, o céu cai para Ícaro! O Pássaro, porém, não desiste e vai voando em busca de Lola, descobrindo aos poucos os segredos do ar..."
Por água abaixo
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Por água abaixo
Terezinha Cássia de Brito Galvão et. al.
Belo Horizonte: a autora, 2007
Obra voltada ao público infantil, com rica temática ambiental
??O livro foi editado com o apoio do Projeto Manuelzão.
"Luís e Fernando, os dois peixes-palhaço, têm um Grande Sonho: encontrar um Coral do Mar. Porém, um dia, Fernando some do aquário da loja do vendedor! Luís resolve realizar o Grande Sonho sozinho. Mas o caminho está cheio de dificuldades..."



