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Publicações do Projeto
Iniciada em 2006, a Comissão de Publicações Científicas e Literárias do Projeto Manuelzão é formada por uma equipe multidisciplinar que busca contribuir com a produção bibliográfica sobre a Bacia do Rio das Velhas e outras temáticas do Projeto. As perspectivas são diversas: cultural, histórica, política e técnica.
Conheça as publicações do Projeto Manuelzão, disponíveis para consulta no Centro de Informação e Documentação.
Peixes do Rio das Velhas: passado e presente
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Peixes do Rio das Velhas: passado e presente
Subprojeto SOS Rio das Velhas
Carlos Bernardo Mascarenhas Alves; Paulo dos Santos Pompeu (Org.)
Belo Horizonte: Projeto Manuelzão, 2001
Nesta publicação, o Projeto Manuelzão apresenta resultados de pesquisas sobre as espécies de peixes encontradas no rio das Velhas até 2001 e compara tais resultados com o trabalho escrito pelo naturalista dinamarquês Christian F. Lütken (1827-1911). O trabalho inclui a tradução, para o português, da monografia Velhas-Flodens Fiske, de Lütken, publicada em dinamarquês no ano de 1875.
Uma viagem ao Projeto Manuelzão e à bacia do Rio das Velhas
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Uma viagem ao Projeto Manuelzão e à bacia do Rio das Velhas
Subprojeto Manuelzão vai à Escola
Marcus Vinicius Polignano; Apolo Heringer Lisboa et. al.
Belo Horizonte: Projeto Manuelzão, 2001
A publicação dessa cartilha contou com o apoio da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais
Por que trabalhar tendo como referência o território de uma bacia hidrográfica? Qual a importância global das ações locais? A cartilha "Uma viagem ao Projeto Manuelzão e à Bacia do Rio das Velhas "aborda essas e outras questões relacionadas ao meio ambiente. Ela explica de maneira didática o ciclo da água e a importância de preservá-la. Lixo, esgoto e mortandade de peixes também são temas abordados, assim como a meta do Projeto Manuelzão de promover a volta do peixe ao rio das Velhas, símbolo de revitalização da bacia. O material é resultado de uma parceria entre o Projeto Manuelzão e a Secretaria de Estado da Educação/MG. São dezessete capítulos com fotos, ilustrações e quadros informativos que apresentam o Projeto e tratam dos principais assuntos relacionados ao rio das Velhas. Na cartilha, é atribuída grande importância à educação como forma de sensibilizar a sociedade e promover as mudanças necessárias à recuperação do ambiente. É uma boa referência para os professores, trazendo sugestões para trabalhar a educação ambiental e também informações sobre como participar do Projeto Manuelzão. O conteúdo da cartilha encontra-se disponível na Biblioteca Virtual do Projeto Manuelzão.
Navegando o Rio das Velhas das Minas aos Gerais
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Navegando o Rio das Velhas das Minas aos Gerais
Eugênio Marcos Andrade Goulart (organizador)
Belo Horizonte: Projeto Manuelzão/UFMG, 2005
Dividido em dois volumes, o livro Navegando o Rio das Velhas das Minas aos Gerais tem ao todo quase mil páginas, tendo contado com a participação de 66 autores. O primeiro volume traz o diário de bordo da expedição realizada pelo Projeto Manuelzão em 2003. Trata-se de uma rica coleção de histórias alegres, tristes, esperançosas ou trágicas, documentadas em textos e fotos. Além disso, o diário de bordo compara as observações feitas na expedição de 2003 com relatos feitos no século XIX por Richard Burton, que escreveu Viagem de Canoa de Sabará ao Oceano Atlântico. São relatadas no livro todas as etapas da expedição, desde os preparativos até a chegada em Barra do Guaicuí, onde o rio das Velhas deságua no São Francisco. O segundo volume do livro consiste em uma enciclopédia sobre a bacia do rio das Velhas escrita por especialistas de diversas áreas e dividida em 32 capítulos temáticos, que abordam desde a pré-história da região e sua importância para a arqueologia do continente até a biodiversidade de mamíferos, aves e plantas medicinais. Para adquirir um exemplar dessa obra, ligue para o Centro de Informação e Documentação - CID do Projeto Manuelzão.
FestiVelhas Manuelzão
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FestiVelhas Manuelzão
Elton Antunes (coordenação editorial)
FestiVelhas Manuelzão é um catálogo dos artistas selecionados para o FestiVelhas Manuelzão: arte e transformação. O trabalho consiste em uma amostra da riqueza cultural do vale do rio das Velhas. Divide-se nas seguintes partes: contadores de histórias, dança, música, poesia e teatro. Os textos do catálogo foram produzidos por estudantes do curso de Comunicação Social da UFMG, que entrevistaram todos os artistas selecionados para o festival. Cada texto compreende uma apresentação do trabalho do(a) artista, seguida de seu telefone e/ou e-mail. A publicação desse catálogo foi um passo fundamental para o fortalecimento da rede de arte e cultura da bacia do rio das Velhas.
Rio das Velhas em verso e prosa
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Rio das Velhas em verso e prosa
Letícia Fernandes Malloy Diniz; Eugênio Marcos Andrade Goulart (Org.)
Belo Horizonte: Projeto Manuelzão/UFMG; Instituto Guaicuy - SOS Rio das Velhas, 2006
Rio das Velhas em verso e prosa é uma coletânea de poemas, crônicas e contos selecionados pela Curadoria de Literatura do FestiVelhas Manuelzão: arte e transformação, realizado em Morro da Garça. Segundo os organizadores do livro, "da leitura dos textos [enviados para a Curadoria] veio a constatação de uma escrita, a um só tempo, regional na descrição da paisagem, na narração dos costumes e das crenças, e universal na manifestação das alegrias com o simples da vida, das angústias face à solidão ou face ao outro, da tristeza de ver o estado das águas agravado e da expectativa de dias melhores, de rios com peixes. Os trabalhos apreciados pareciam alentar o isolamento do morro descrito por Guimarães Rosa: 'Lá - estava o Morro da Garça: solitário, escaleno e escuro, feito uma pirâmide. (...) Belo como uma palavra.' A esta palavra juntaram-se tantas outras, aqui apresentadas. Reunidas, compõem, em verso e prosa, um todo harmônico: oscilam, qual pêndulo, dos contos nostálgicos sobre a vida sertaneja às crônicas que nos reportam ao ambiente urbano; dos versos que nos falam de rios límpidos e de estórias de pescador ao lamento pelas águas hoje degradadas. A obra mescla a sensibilidade de autores já conhecidos do público à promissora escrita de novos outros. Esta preciosa colcha de retalhos, bordada com tantos talentos, é feita ainda mais bela pelas ilustrações de J. B. Lazzarini, que antecedem cada um dos textos."
Gestão e Agenda Ambiental Escolar: Bacia do Rio das Velhas
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Gestão e Agenda Ambiental Escolar: Bacia do Rio das Velhas
A publicação dessa cartilha contou com o apoio da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais
O Programa de Gestão Ambiental Escolar - PGAE é uma proposta pedagógica que sugere seis eixos temáticos a serem trabalhados pela educação ambiental na escola: lixo, esgoto, biodiversidade, água, relações humanas, relações com a natureza e qualidade de vida e de saúde.
Para implementar a proposta nas escolas, sugere-se que as seguintes etapas sejam executadas:
1) Elaboração de um diagnóstico das potencialidades e/ou problemas socioambientais na região a ser trabalhada. Os problemas identificados pela comunidade devem ser discutidos e priorizados por ordem de importância, urgência e capacidade de enfrentamento.
2) Uma vez eleitos os temas e identificados os problemas por meio do diagnóstico, a escola poderá propor um projeto, definindo as estratégias, metas e responsáveis. É importante lembrar que, durante a implementação desse projeto, os participantes devem buscar informações e parcerias.
3) Uma outra etapa fundamental a ser realizada pela escola é a de avaliação dos projetos e dos participantes. Essa etapa deve ocorrer desde o planejamento do projeto até sua conclusão. Não se trata de avaliar apenas o desempenho daqueles que participam do processo (alunos, por exemplo) e os resultados concretos do trabalho, mas também de analisar toda a equipe e os planos elaborados para orientar as atividades pedagógicas.
Acreditando que as escolas não podem desenvolver um trabalho de educação ambiental de forma isolada, o PGAE propõe a participação da sociedade civil e do poder público. É importante, também, que as escolas trabalhem em conjunto com os Núcleos Manuelzão e/ou associações comunitárias locais. Somente com a integração dos diversos setores da sociedade é possível transformar educação ambiental em gestão ambiental. O conteúdo da cartilha encontra-se disponível na Biblioteca Virtual do Projeto Manuelzão.
Cadernos Manuelzão
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Cadernos Manuelzão
Eugênio Marcos Andrade Goulart; Letícia Fernandes Malloy Diniz (editores)
Belo Horizonte: Projeto Manuelzão/UFMG; Instituto Guaicuy - SOS Rio das Velhas, 2006 a 2008
Periódico técnico-científico, os Cadernos Manuelzão contam atualmente com cinco números. Cada número traz reflexões e estudos relativos à problemática ambiental, seja em seus aspectos gerais, seja sobre questões diretamente relacionadas à bacia hidrográfica do rio das Velhas. O leitor poderá encontrar textos sobre assuntos como Meta 2010, trabalhos de Peter Lund, peixes do rio das Velhas, geoprocessamento, história da ilustração científica, revitalização de cursos d'água, saúde do trabalhador, contaminação do ar, refugiados ambientais, lagoas cársticas, plantas medicinais e transposição do rio São Francisco. Os Cadernos buscam alcançar leitores diversos: comunidade acadêmica, professores de ensino fundamental e médio, mobilizadores sociais etc. Seu conteúdo encontra-se disponível na Biblioteca Virtual do Projeto Manuelzão.
Projeto Manuelzão: a história da mobilização que começou em torno de um rio
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Projeto Manuelzão: a história da mobilização que começou em torno de um rio
Apolo Heringer Lisboa; Eugênio Marcos Andrade Goulart; Letícia Fernandes Malloy Diniz (Org.)
Belo Horizonte: Projeto Manuelzão/UFMG; Instituto Guaicuy - SOS Rio das Velhas, 2008
Trechos da matéria "Projeto Manuelzão lança livro com relatos e análises de sua trajetória", escrita por Humberto Santos, ex-jornalista do Projeto Manuelzão, e publicada no Boletim da UFMG nº 1615:
"Lá pelos idos de 1952, Guimarães Rosa vivenciou as andanças de Manuel Nardi pelas terras das Gerais. As caminhadas com o sertanejo bom de prosa renderam histórias. Nardi virou o personagem Manuelzão, figura central de uma novela de Rosa no livro Manuelzão e Miguilin, que faz parte de Corpo de Baile.
Cinquenta e seis anos depois, as 'andanças' de outro Manuelzão também têm sua trajetória contada em livro. Projeto Manuelzão: a história da mobilização que começou em torno de um rio resgata a experiência de mais de uma década da iniciativa que nasceu na Faculdade de Medicina da UFMG. 'Pensamos em apresentar a história de um movimento que sobreviveu ao desafio da captação de recursos. Em levar ao público universitário, pelo Brasil afora, a experiência de um projeto que questionou pontos de vista sedimentados e fez isso junto com a comunidade', explica Letícia Malloy, coordenadora de Publicações Científicas e Literárias do Manuelzão e uma das organizadoras do livro.
(...)
Os temas dos artigos publicados foram selecionados considerando as várias áreas do conhecimento compreendidas pelas atividades do Manuelzão e o modo como elas deram vida aos propósitos do Projeto. 'Pedimos aos autores a ‘sinceridade’ de apresentarem o que houve de bem-sucedido e em que pontos houve dificuldades e falhas. Não se trata, portanto, de um relato apenas, mas de uma reflexão crítica sobre o trabalho do Projeto', explica Malloy.
'O livro traduz uma produção prática e teórica. Não é uma publicação ufanista', completa Apolo Heringer Lisboa, coordenador-geral do Manuelzão e também organizador do livro. Os textos abordam ações relativas à pesquisa, mobilização social e educação ambiental realizadas pelo Manuelzão e seus parceiros."
Revitalização de Rios no Mundo: América, Europa e Ásia
Antônio Thomaz Gonzaga da Matta Machado
Apolo Heringer Lisboa
Carlos Bernardo Mascarenhas Alves
Danielle Alves Lopes
Eugênio Marcos Andrade Goulart
Fernando Antônio Leite
Marcus Vinícius Polignano (orgs.)
Belo Horizonte: Instituto Guaicuy, 2010.
O livro traz os anais de dois seminários internacionais sobre revitalização de rios, realizados em 2008 e 2010, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Idealizados pelo Projeto Manuelzão, da Universidade Federal de Minas Gerais, foram patrocinados e organizados em parceria com o governo do Estado de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Além da experiência do Rio das Velhas, o livro propicia o conhecimento de outras realidades brasileiras, dentre elas a recuperação do rio Mosquito, localizado no semiárido mineiro, o desafio da revitalização da Bacia do Rio São Francisco, contida em seis estados brasileiros, além das intervenções na bacia do rio Tietê, no trecho da região metropolitana de São Paulo. As experiências internacionais apresentadas permitem o conhecimento de revitalização de rios em três continentes: Europa, América e Ásia. Tem destaque a revitalização do Rio Tâmisa, em Londres; a experiência do Sena, em Paris; do Rio Cheonggyecheon, na Coreia do Sul, entre outras. A partir desses Seminários, foi sugerida uma “coalizão internacional a favor da revitalização de rios do mundo” e, ainda, proposta a realização do III Seminário Internacional de Revitalização de Rios, fora do Brasil.
Clique aqui para ler o livro na íntegra



